Read Kråkflickan by Erik Axl Sund Jerker Eriksson Håkan Axlander Sundquist Online

krkflickan

En ny svensk thriller -- första delen i trilogin om Victoria Bergmans svaghet. Psykoterapeuten Sofia Zetterlund utreder två klienter: Samuel Bai, barnsoldat från Sierra Leone och Victoria Bergman, en kvinna mitt i livet, bärande på ett stort, oläkt sår från barndomen. Två olika människor med samma problematik: de visar båda tecken på multipla personligheter. Samtidigt hittEn ny svensk thriller -- första delen i trilogin om Victoria Bergmans svaghet. Psykoterapeuten Sofia Zetterlund utreder två klienter: Samuel Bai, barnsoldat från Sierra Leone och Victoria Bergman, en kvinna mitt i livet, bärande på ett stort, oläkt sår från barndomen. Två olika människor med samma problematik: de visar båda tecken på multipla personligheter. Samtidigt hittas en ung pojke död i ett buskage. Kroppen är svårt sargad. Han är av utländsk härkomst och ärendet får låg prioritet då pojken saknar historia. Kriminalkommissarie Jeanette Kihlberg och terapeuten Sofia ställs inför samma fråga: hur mycket lidande kan en människa utsätta andra för innan hon själv upphör att vara människa och blir ett monster? När de två kvinnliga utredarna dras alltmer till varandra kommer svekets krafter att hota även äppelträdsidyllen i Gamla Enskede....

Title : Kråkflickan
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ISBN : 9789186675066
Format Type : Paperback
Number of Pages : 395 Pages
Status : Available For Download
Last checked : 21 Minutes ago!

Kråkflickan Reviews

  • Tonkica
    2018-11-04 18:32

    3.5Pošto je ovo tek početak, zbrčkanost i nedostatak informacija u nekim dijelovima opraštam. Zanima me daljnji tijek radnje, kao i razvoj likova. Baš sam se nabrijala da će ovo biti dobar serijal, nadam se da me neće razočarati!

  • Filipa
    2018-11-04 19:21

    "Podemos ser maus se não nos sentirmos culpados?Ou será que o sentimento de culpa é condição para a maldade?"Adoro policiais. Em tempos, era só o género que lia, presentemente, leio muito mais coisas, no entanto, se tivesse que escolher um género favorito, a escolha recairia sempre sobre os policiais.Já li muitos e de alguma maneira continuam sempre a surpreender-me, quer pela sua narrativa, quer pelos personagens escolhidos para serem a face negra do romance, quer pelos crimes cometidos, quer pela pressão psicológica. . . e este, este livro. . . apresenta todas as excelentes características de um thriller, mas, surpreendeu-me pela sua pressão psicológica. . . pressão essa que destruiu as personagens que nele moram e, também, "destrói" o leitor. . ."Ouço e esqueço, vejo e lembro-me, faço e compreendo".Tinha lido excelentes opiniões e comentários ao livro e já me tinham preparado para o facto de ser violento e assustador, mas, nada melhor do que "ler para crer"."A rapariga-corvo" apresenta-nos personagens fortes femininas.Sofia Zetterlund, é uma psicoterapeuta e lida com casos extremamente difíceis, pessoas traumatizadas com eventos passados na sua vida e ela, através do tempo que dispõe em cada consulta, tenta de alguma maneira ouvi-los e aliviá-los do peso que carregam.Está, neste momento a tratar principalmente transtornos de personalidade, ou seja, pessoas que, têm memórias que as magoam tanto que elas escondem-se numa outra "persona" para tentar lidar com isso mesmo.Jeanette Kihlberg é uma polícia que tenta deslindar todos os casos de meninos mortos que de repente assolam Estocolmo. Ela, em conjunto com o seu parceiro tentam chegar a pessoas que nem o procurador quer que sejam investigadas. . .Ambas as personagens têm algo em comum. Não estão satisfeitas com a vida que levam. Por essa razão, vão encontrar-se e ajudar-se mutuamente nos dias correntes. . .Victoria Bergman, uma das pacientes de Sofia. Dos casos mais difíceis, se não o mais difícil, que Sofia alguma vez enfrentou.Uma mulher perturbada mas que procura ajuda e não desiste. Abomina a fraqueza.A estória alterna entre o presente e o passado, para assim, o leitor conseguir compreender certos factos que vêm a lume no presente.Os capítulos são curtos e ricos em tensão."Quanto sofrimento pode um ser humano suportar antes de se tornar ele próprio um monstro?"Percorremos os recantos mais sombrios da pedofilia e do tráfico de crianças.Violência entre crianças-soldado, que são treinadas para. . . matar.Maldade entre crianças para criar diversão. Humilhação. Integração.Lutas entre crianças e anestésicos comuns. . .Pressão psicológica.Sedução.Manipulação.Ao longo de todo o livro senti o quão difícil é ler um livro tão poderoso quanto este. E escrever, creio que também. É soberbo na sua maldade. Um livro que NÃO é um lugar-comum.Apercebemos-nos da luta interior de quem sofreu muito e de como escolhem lidar com isso.A construção das personagens está tão bem feita que olhamos, mas não vemos, a perturbação inerente.Há uma reviravolta que nos apanha desprevenidos. Temos algumas indicações do que está prestes a acontecer, mas, quando acontece, é tão inesperado que ficamos sem saber reagir com o livro na mão. . . e, pensamos, como foi que erik axl sund me apanhou..."As asas da mosca estão irremediavelmente presas na pastilha elástica. Não vale a pena tentares voar, pensa a Rapariga-Corvo. Nunca mais voarás. Amanhã o sol brilhará, mas não para ti".

  • Vaso
    2018-11-14 14:30

    Το βιβλίο ξεκινά με τη δολοφονία ενός μικρού αγοριού που δεν υπάρχει πουθενά και το οποίο δεν αναζητά κανείς. Η Ζανέτ αναλαμβάνει την υπόθεση ή οποία αποδεικνύεται πιο περίπλοκη κ πιο σκοτεινή από ότι φαίνεται. Η Σοφία είναι μία ψυχοθεραπεύτρια που πρέπει να κρίνει αν ένας παιδεραστής πρέπει να φυλακιστεί ή να κλειστεί σε ψυχιατρικό ίδρυμα. Οι δύο γυναίκες συναντιούνται όταν ή μία πρέπει να πάρει την επιστημονική συμβουλή της άλλης. Το υπόβαθρο του βιβλίου είναι σκοτεινό, με ωμές σκηνές βίας κ ένα συνονθύλευμα χαρακτήρων απελπιστικά περίπλοκων, μα περα για πέρα αληθινών. Η ψυχολογική προσέγγιση των χαρακτήρων είναι τόσο σουρεαλιστική που εκπλήσσει. Ένα ψυχογραφημα μιας κοινωνίας που αντί να αγαπήσει τα παιδιά της, τα σκοτώνει και.... το απολαμβάνει.

  • Raquel Silva
    2018-11-07 21:45

    Um livro que vai deixar marca para a minha vida toda! Demasiado real e cruel...Opinião em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=6isIM...

  • Sub_zero
    2018-10-30 17:30

    Bueno. Pues aquí está. La enésima novela policíaca de procedencia nórdica que pretenden encasquetarnos cual gato por liebre con la premisa de que está revolucionando el sector editorial de medio planeta. Y encima viene por fascículos. Mmm... no, gracias. Bastante soporífera me ha parecido esta primera entrega como para querer pensar si quiera en la posibilidad de leer una segunda. Persona es uno de esos libros que prometen mucha intriga, mucho suspense y muchas sorpresas, todo ello presentándose como una obra capaz de herir sensibilidades por los temas que aborda (extrema violencia, abusos a menores, etc.). Sin embargo, lo único que viene a demostrar esta historia en clave de thriller psicológico es que cuatro ojos no ven más que dos ni dos cerebros piensan mejor que uno. El par de escritores que se esconde (hacen bien en esconderse, creedme) tras el seudónimo de Erik Axl Sund se ha propuesto impartir a lo largo de Persona una lección magistral de venta de humo consistente en presentar ante el lector un amplio abanico de arcos argumentales paralelos con el firme propósito -supongo- de distraer su atención mientras se va gestando una "inesperada" revelación final. No obstante, la práctica totalidad de la novela despide una rancia sensación de déjà vu que resulta imposible de ignorar. Así pues, lejos de novedosa, original o revolucionaria, Persona me ha parecido una novela insípida, mediocre y carente de interés. No tengo muy claro qué pretendían contar con esta historia, pero lo que si sé con firmeza es que no siento el más mínimo afán por averiguarlo.

  • Cátia Santos
    2018-11-01 16:38

    Não vou dizer que não gostei do livro, mas talvez tivesse pegado nele com as expectativas demasiado elevadas por tudo o que tenho ouvido/lido dele.O argumento é bom e, como já é tradicional na literatura nórdica, problemáticas como o racismo, a violência contra as mulheres, a pedofilia estão muito bem retratadas. Para além disso, os crimes desta história são de uma violência crua. Mas para este livro resultar plenamente, o desfecho teria de ser surpreendente, o que não aconteceu! Desde meio do livro que o mesmo se torna previsível, o que é um ponto bastante negativo.Além disso, não consigo sentir empatia com uma das personagens principais, a investigadora Jeanette. Muito sem sal, na minha opinião.Vou continuar a ler os restante livros da trilogia, mas espero sinceramente que melhorem, pois a história tem potencial para isso. A minha pontuação resulta de um 3,8... Não chega a ser um 4*!

  • Mary
    2018-11-13 17:22

    This book is so incredibly disturbing yet so well-written that I could not put it down. It hasn't been translated into English yet but I do hope that happens soon because I desperately want you (Nic) to read it. And be equally as disgusted as I was, your stomach churning with revulsion over the abuse and terror yet you still can't put it down. It's the first part of a trilogy that follows psychotherapist Sofia Zetterlund and her work with patients suffering from multiple personality disorders. One is a child soldier from Sierra Leone and the other, Victoria Bergman, a woman haunted by terrible childhood memories. You're also introduced to Detective Jeanette Kihlberg who is working a case of a young boy found dead, his body badly maimed. The two women cross paths and everything soon begins to unravel.How much suffering can one person subject onto another before she herself ceases to be human and becomes a monster?You have no idea what you're getting yourself into. You have no fucking idea. Read them all when you get the chance.

  • Ivi
    2018-11-09 17:36

    Amazing thriller. Awesome read! Wonderfully written character development. Gotta love Victoria! :)))

  • Jovana
    2018-11-12 18:36

    Uh, ne mogu se oteti utisku da je ovo grozno, ali ne mogu pomoći sebi, ni svojoj neutoljivoj znatiželji pa zato nastavljam...

  • Maria
    2018-11-03 21:37

    Uma série de macabros homicídios de jovens em Estocolmo vai juntar Jeanette Kihlberg, a agente encarregue de investigar o caso, e Sofia Zetterlund, uma psicoterapeuta, que tem como principais pacientes um menino-soldado da Serra Leoa, e uma mulher misteriosa de seu nome Victoria Bergman.A Rapariga-Corvo é o primeiro livro de uma trilogia (As Faces de Victoria Bergman) criada pela dupla Erik Axl Sund, prima por capítulos curtos, compostos por uma narrativa forte e, por vezes, enigmática, que se torna difícil para o leitor largar o livro. Dei-me por mim, diversas vezes, a precisar de ir fazer outras coisas, mas sempre a adiar para saber o que viria no capítulo seguinte. Opinião completa: http://marcadordelivros.blogspot.pt/2...

  • Célia
    2018-10-27 17:21

    Não há dúvidas que o policial nórdico ganhou especial notoriedade depois do fenómeno que foi a Saga Millenium, de Stieg Larsson. Desde então, muitos têm sido os policiais/thrillers vindos dos países do norte da Europa, tentando apanhar a onda de sucesso, e diga-se que vários fizeram por merecê-lo. Os suecos Jerker Eriksson and Hakan Sundquist juntaram-se sob o nome “Erik Axl Sund” e escreveram a trilogia “Victoria Bergman”, da qual A Rapariga-Corvo é o primeiro volume. Apeteceu-me ler policiais e devido aos elogios que a série tem tido pareceu-me uma boa escolha.O enredo de A Rapariga-Corvo inicia-se com a descoberta de um cadáver embalsamado de uma criança. A equipa liderada por Jeanette Kihlberg toma conta do caso e, pelo aparecimento de casos semelhantes perpetrados noutras crianças refugiadas, depressa percebe que está perante um assassino em série, metódico e que parece esconder algum simbolismo por detrás dos seus crimes. Enquanto vamos acompanhando o desenvolvimento da investigação policial, temos também acesso à vida privada de Jeanette e da relação desgastada que leva com o marido. Mas existem mais personagens com direito a capítulos que se vão intercalando com os da investigação e os dedicados a Jeanette: Sofia Zetterlund, uma psicóloga que trabalhou com pacientes condenados por pedofilia e vítimas deste mesmo crime, que, a páginas tantas, parecem cruzar-se com os crimes que Jeanette investiga; Victoria Bergman, a mulher que dá nome à trilogia, acerca da qual conhecemos detalhes do seu passado repleto de abusos e violência; e outras personagens que sabemos estarem relacionadas com os crimes, ainda que desconheçamos até que ponto.A Rapariga-Corvo demorou a cativar-me. De início, achei a narrativa demasiado fragmentada e pouco centrada nos crimes que prometia resolver. Demorei a perceber que os crimes eram, de certo modo, acessórios e que aqui o que se pretendia era explorar a personagem de Victoria Bergman e a sua vida passada e presente. O livro é bastante denso psicologicamente e Victoria uma personagem complexa e cheia de camadas. Só na parte final, quando é revelado o twist (que não adivinhei), é que a história ganhou especial interesse e me deixou bastante curiosa para ver o que se seguia.É um livro que pode chocar os mais sensíveis devido às suas descrições bastante gráficas sobre o abuso sexual de menores, que nunca me pareceram lá estar com o propósito de chocar, apesar de esse ser a consequência natural; foram antes a descrição de um problema real e uma chamada de atenção para a forma como continua a ser uma questão que não pode ser ignorada ou esquecida. Mas o livro também aborda o tema dos refugiados (bastante atual) e da forma como a vida humana parece ter valores diferentes consoante as pessoas em causa.No cômputo geral, foi um livro de que gostei. Tem uma parte final muito mais forte do que o resto do livro, quanto a mim, que funciona muito bem como cliffhanger para o volume seguinte. A seguir.

  • Ricardo
    2018-10-16 18:37

    Muita parra..... pouquíssima uva!!!Boas leituras

  • Silvia Ribeiro
    2018-11-09 17:45

    Este livro não se lê, devora-se.Intenso, inquietante e surpreendente.Se os policiais nórdicos têm fama de ser bons, este é excelente e a parte melhor é que a história continua.

  • Dora Santos Marques
    2018-11-06 16:39

    A minha opinião em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=U7xmR...Dos melhores thrillers que li!

  • Su
    2018-10-29 20:26

    Procurando resumir por tópicos a minha apreciação desta leitura, eis as minhas principais considerações:1) é mais violento do que estava à espera, principalmente as partes da psicóloga;2) ao contrário do costume, o acompanhamento de momentos da vida pessoal dos protagonistas não me entusiasmou e houve até alguns momentos que considerei demasiado forçados e dispensáveis;3) desconfiei parcialmente de algumas surpresas do enredo, mas outras apanharam-me completamente desprevenida;4) é um livro interessante, percebo os elogios que recebe de forma generalizada e o seu apelo, embora pessoalmente não me tenha conquistado sem reservas. Ainda assim é diferente de tudo o que li até hoje e estou bastante curiosa pela continuação, que pretendo ler em breve.A apreciação geral é esta. Comentarei mais detalhadamente as minhas impressões sobre cada um destes tópicos separadamente nos parágrafos seguintes.1) É sem dúvida uma leitura bem mais violenta do que esperava. Antes de me aventurar questionei no GR sobre o seu grau de violência, pedindo um parecer relativamente à trilogia do Stieg Larsson que já li e que sendo do mesmo género criminal sueco expondo realidades cruéis, poderia servir como termo de comparação para compreender melhor sem entrar em pormenores do enredo que estragassem a leitura. É sem dúvida uma opinião pessoal, mas para o caso de mais alguém ter a mesma questão, posso dizer que pessoalmente considero este muito mais violento que a trilogia Millennium. Não vou entrar em comparações das situações abordadas, porém acredito que o Millennium mostra uma perspectiva mais exterior e otimista, talvez. Pelo menos a mim permitiu-me um certo distanciamento investigativo, do género do que costuma haver nas séries policiais. Neste livro, a parte da polícia achei semelhante a séries policiais mais pesadas estilo Criminal Minds, da qual sou fã e a que estou habituada. Contudo, considerei as partes da psicóloga bastante mais pesadas do que qualquer outra coisa que tenha visto ou lido até hoje. Embora não me tenha arrependido de arriscar esta leitura e estas tenham sido na sua maioria suportáveis considerando a temática sensível, confesso que algumas passagens particulares me deixaram mal disposta psicologicamente por algum tempo. Não cheguei ao ponto de ter de parar a leitura, mas senti que me afectou e precisei de fazer um esforço para conseguir prosseguir com a leitura com o distanciamento necessário para não me sentir nauseada.2) As partes das relações pessoais dos envolvidos nas investigações não me interessaram muito. No entanto, admito que foram importantes e conferiram um tom realista a todo a enredo. Deram a conhecer melhor as personagens, ainda que tornassem o ambiente do livro ainda mais cinzento por serem essencialmente relações falhadas e que demonstram o custo pessoal para quem está envolvido nestes casos. (view spoiler)[No final, acabou por se relevar que toda a parte pessoal era vital para a história, (hide spoiler)] mas penso que houve alguns pontos que foram forçados e poderiam ter sido mais bem trabalhados. (view spoiler)[Uma das questões essenciais foi que considerei que o envolvimento romântico entre a polícia e a psicóloga foi longe demais. Uma amizade inesperada, uma certa intimidade especial, até o beijo e a descoberta de uma atracção romântica, tudo bem. Porém a forma como a polícia expõe os seus medos, frustrações e desejos mais profundos é muito precipitada para alguém que se fecha tanto, que convive diariamente com violência e que no fundo sabe que não se pode confiar em ninguém. O sentimento de compreensão e o gesto de desejo acho natural, o abrir o coração totalmente para uma completa desconhecida ainda que esta a faça sentir bem, deixando o casamento de 20 anos (ou lá quantos foram) quase do dia para a noite e apresentando-a ao filho no encontro seguinte é claramente esticar a corda. Assim como o foi chamá-la à esquadra e dar informações privilegiadas da investigação, convidando-a a interrogar o suspeito e dando-lhe livre acesso às suas coisas sem ela estar presente. Foi um exagero, na minha opinião, o tanto de pistas que a incriminavam de um momento para o outro, podendo claramente representar o fim para ela e isso não ter dado em nada: o número de telefone ser o mesmo, ela ter ouvido a sua voz que poderia reconhecer, o facto de ela aparecer constantemente relacionada ao caso (tudo bem que a explicação que a polícia dá a si mesma para si é extremamente plausível e isto por si só não seria um problema, todavia deveria ser o suficiente para a deixar atenta a outras pistas que se seguissem), a descrição dela feita pelo rapaz da construção, com uma pessoa que ela conhecia (pois oficialmente era sua psicóloga) e que aparece morta de seguida, e de um apartamento no local onde ela vive (o qual a polícia visitou, pelo que poderia reconhecer ou pelo menos achar familiar a descrição dele se tivessem feito qualquer tentativa de identificar o local descrito), que ainda que ele dissesse não se lembrar da morada com exactidão é demasiado específico para não justificar pedir um registos da empresa e uma investigação mais atenta. Já tinham investigado a fundo coisas muito mais vagas e circunstanciais. Mesmo que julgassem que poderia não resultar em nada de útil, o mais normal teria sido seguirem a pista a ver no que dava. No mínimo ela deveria ter ficado com a pulga atrás da orelha. A confiança cega em Sofia soa-me demasiado forçada para alguém que é uma polícia experiente, que tem de certa forma o instinto aguçado para estas situações. Se fosse uma mulher “qualquer”, e por qualquer quero dizer com um emprego normal, uma infância e uma vida feliz ainda que tivesse neste momento um casamento falhado, acharia normalíssimo a confiança numa pessoa que a tinha ajudado a superar um momento difícil permitindo-lhe desabafar e sentir-se melhor consigo mesma, mas por toda a descrição que é feita da polícia, alguém que quase perde a família porque vive para a profissão como ela faz, que cresceu numa família de polícias, que já viu tanto e já contactou com muita gente capaz deste tipo de comportamento, não acredito que ela fosse capaz de confiar tanto, nem que quisesse. Admito que ela não desconfiasse racionalmente e não imaginasse que haveria razões para não confiar, mas mesmo que considerasse que todas as razões para confiar existiam, considero que ela não o faria, pois esse é o preço da profissão, ela mesmo admite, que embora goste das colegas da equipa de futebol nunca se deixou mostrar realmente, nunca se deu a conhecer ou confiou. É muito pouco plausível que alguém cuja vida pessoal falha porque vive para a profissão e esta tem como consequência o afastamento de todos e a falta de confiança em todos, vá confiar precisamente na única pessoa que não podia. Foi desnecessário e acabou por ser demasiado forçado. Não gostei muito de acompanhar a vida pessoal da polícia devido à sua desilusão com a vida e casamento frustrado, contudo penso que se alguma coisa boa veio disso foi mostrar a sua personalidade e aquilo que são as nossas forças também são as nossas falhas. Se ela perde a vida pessoal à custa da profissional e não consegue confiar, então não devia depois ser mostrada como a pessoa ingénua que desabafa com a pessoa errada em quem pensa que pode confiar! Ou se tem confiança ou se tem problemas de confiança, não se tem problemas de confiança que são ultrapassados com a primeira pessoa que nos procura passar uma sensação de segurança, mesmo que essa pessoa pareça amável, confiável, pareça compreender-nos e dar-nos conforto e seja psicóloga de profissão, habituada a fazer os outros abrir-se. Que ela fosse um livro aberto, tudo bem, que ela se abrisse daquela forma, não engulo. De qualquer forma, é um pormenor que não sendo insignificante também não estraga um bom livro, com uma história bem elaborada e bem contada. (hide spoiler)]3) e 4) Desconfiei parcialmente de uma reviravolta, mas mesmo assim o livro foi capaz de me surpreender. (view spoiler)[Inicialmente a minha desconfiança era mais um palpite puramente narrativo. Já vi muitos thrillers e até metade do livro, a resolução dos crimes avançava pouco e tantas descrições dos vários pacientes de Sofia estavam a tornar-se algo enfadonhas e repetitivas (não é que fossem repetidas ou desinteressantes em si, apenas pareciam algo aleatórias e que não faziam evoluir a história) e considerando o sem número de elogios que a trilogia recebeu, estava convencida que teria de haver uma reviravolta inesperada. A Sofia ser a mulher do prólogo seria sem dúvida algo que justificaria o burburinho positivo que se alastrou em volta dos livros. A evolução da história em si, a obsessão de Sofia com Vitória e o facto de sempre adormecer e ouvir as sessões, fizeram-me desconfiar, desta vez não apenas porque seria chocante, mas por pistas da própria evolução da história, que Sofia poderia estar a criar uma personalidade alternativa que assumisse a identidade de Vitória. Não que era ela mesma, mas que devido às sessões e ao trauma teria desenvolvido uma segunda personalidade imitando alguém que considerava forte por ter sobrevivido a situações difíceis. Ou seja, primeiro pensei que a mulher do início era Vitória, mas considerei que poderia ser na realidade Sofia para surpreender o leitor e que Vitória seria apenas o embuste. Como já referi, isso aconteceu não por que o livro tivesse dado pistas que me fizessem desconfiar, mas apenas porque já vi imensos filmes de thriller, séries e livros com reviravoltas e o instinto disse-me que isso seria tão inesperado que seria sem dúvida a situação que chocaria mais o leitor e o faria ter a elevada impressão que tem dos livros, dos quais ouvi falar mesmo muito bem. Pela minha experiência este tipo de admiração geralmente requer que o leitor ou espectador seja realmente surpreendido e fique admirado com o que viu, no sentido de admiração mesmo, enaltecendo a inteligência do escritor por ter sido capaz de surpreender tanto. Pensei desde o começo "o maior impacto seria sem dúvida se a mulher do início fosse Sofia", no entanto, não tinha inicialmente qualquer razão para realmente desconfiar dela. Quando soubemos da traição de que ela foi alvo, convenci-me, aí já por pistas fornecidas ao leitor, nomeadamente adormecer ao som das sessões com Vitória, admiração que sentia pela força desta e o trauma de ter sido traída, que Sofia teria desenvolvido uma personalidade alternativa apropriando-se da identidade de Vitória, ou seja, que a Vitória que a polícia ligou seria a verdadeira, tratada por Sofia, enquanto a autora dos raptos das crianças seria a Vitória que era Sofia quando não se apercebia. Desta forma, a surpresa não teve todo o impacto por já ter algumas desconfianças, mas foi mesmo assim um grande choque fazer definitivamente a ligação de tudo o que sabemos do passado de Vitória com o presente de Sofia. A forma como o livro está elaborado é realmente muito inteligente e consegue envolver e despistar o leitor mesmo quando este está na pista certa. A história de Martin é um exemplo. Quando é dito que ele morreu passado alguns anos, achei que era praticamente uma certeza que Vitória teria sido responsável de alguma forma. No entanto, quando ela o “perde” de vista à beira do rio e ele aparece depois afogado, cheguei a acreditar que me tinha enganado e que na realidade o ele ter morrido durante a sua supervisão, a única pessoa que ela realmente gostava e com quem tinha criado uma relação afectiva, teria sido o gatilho final para ela desenvolver definitivamente e sem volta sérios problemas psiquiátricos. No fundo, se parássemos para pensar é mais que óbvio que ela já tinha sérios problemas, que tinha desenvolvido uma grave situação de dependência com o menino e nunca permitiria que ele partisse e a abandonasse deixando-a sozinha e a sentir-se descartável e traída. Então, essa forma como acabamos por nos enganar a nós próprios, mesmo quando reconhecemos os sinais, por querer acreditar no lado bom do ser humano, é o que na minha opinião acaba por dar ao livro todo o reconhecimento que ele tem, que é merecido, apesar de não me ter conquistado a 100%. (hide spoiler)]

  • Tanja Berg
    2018-11-08 16:35

    This was amazing! I virtually inhaled the content of this book and wished I had started it earlier in my holiday. Instead I finished it on the flight back home. It gets a star deduction because one of the themes is dissociative identity disorder, or multiple personality disorder. This is quite popular in fiction and fairy tales, but extremely rare otherwise. However, this is an incredibly well written and captivating book so this didn't bother me too much. Criminal inspector Jeanette Kihlberg is investigating what quickly becomes several murders of young boys. They have one thing in common - they have all been tortured and some of them have had their genitals removed. The other main character is the psychologist Sofia Zetterlund, who tries to help a former boy soldier and a woman, Victoria, with multiple personality disorder. Eventually the paths of Jeanette and Sofia cross. Occasionally I had some minor difficulties keeping the two women apart. Their pasts and their current relationships are described in detail. I felt I got to know them and I certainly rooted for both of them.The book ended with a killer cliff hanger, which had me reach for the next one immediately. I had been kind enough to myself to first buy the whole trilogy in one go and to put the second book in my hand luggage. If I'd had it in the belly of a plane when the first book ended like it did, it would have been torture!This is a riveting and quite gory, unorthodox murder-mystery. If you do not suffer a weak stomach, then I highly recommend it. This is the best Scandinavian crime novel I have read since Stieg Larsson's Millenium trilogy.

  • Steffi
    2018-10-15 18:29

    Es wurde viel über dieses Buch geredet und geschrieben und überall gehen die Meinungen auseinander. Bestes Beispiel: meine Eltern. Meiner Mutter hat das Buch relativ gut gefallen, mein Vater fand es furchtbar. Nun habe ich es auch gelesen und bin vermutlich irgendwo dazwischen.Für mich hat dieses Buch die Bezeichnung Thriller nur bedingt verdient. Es geht zwar um die Ermittlung in sehr brutalen Fällen, aber der Spannugsbogen fällt hier ziemlich gering aus. Es brauchte fast 400 Seiten bis es endlich mal eine spannende Wendung gab. Ansonsten erinnerte es mehr an eine Auflistung der Handlungen. Durch die sehr kurzen Kapitel lässt sich das Buch ziemlich schnell lesen. Die Charaktere waren fast allesamt kaputt und es gab nicht eine Person, die eine Vergangenheit oder irgendwie geschädigt ist. Es gab keine Person, die mir auch irgendwie sympathisch war. Außerdem wird hier ein ziemlich negatives Männerbild dargestellt. Das verwundert etwas, da es sich ja um ein männliches Autorenduo handelt.So richtig weiß ich nicht wie ich das Buch bewerten soll. Ich kann nicht sagen, dass es mir gut gefallen hat, aber ich kann auch nicht sagen, dass es mir nicht gefallen hat. Es ist einfach nur Durchschnitt. Wie schon erwähnt ist der Handlungsfortschritt sehr langsam und es passiert einfach nicht viel; wenn das so weitergeht, dann hätte man alle 3 Bücher locker in einem Buch abhandeln können. Aber 3 Bücher bringen ja mehr Geld ein, besonders wenn das Buch mit einem fiesen Cliffhanger endet. Hätte ich die Bücher nicht schon ausgeliehen, würde ich die weiteren Teile vermutlich nicht lesen. So werde ich aber demnächst mit Teil 2 beginnen.

  • Maria
    2018-11-06 17:26

    Adorei esta história, de factos os paises nordicos tem uns excelentes escritores de livros policiais.Foi uma boa maneira de iniciar este ano as minhas leituras. Não tinha reparado que se tratava de uma trilogia, por isso quando terminei o livro fiquei surpreendida por o fim ser da forma que foi mas quando descobri que afinal tem continuação, mal posso esperar para ler o livro seguinte. Recomendo vivamente a quem gosta de policiais e emoções fortes.

  • Neide Parafitas
    2018-11-04 19:43

    Previsível. Esperava mais!

  • Maria João
    2018-10-20 18:34

    8 de 10*Quando iniciei este livro esperava um bom thriller, mas nunca imaginei que me incomodasse tanto. Confesso que se soubesse, de antemão, o tema e a forma como é abordado, teria sérias dúvidas se o iria ler. De qualquer forma, ainda bem que não sabia e o li, porque (dentro do que é possível gostar nesta história) gostei do livro e fiquei desejosa de ler a restante trilogia. Comentário completo em:http://abibliotecadajoao.blogspot.pt/...

  • Xana
    2018-11-12 19:15

    Um livro forte, que me agarrou logo de início e com um final que me apanhou totalmente desprevenida.Em momento nenhum me senti aborrecida, talvez porque, como não é um livro muito longo, acontece sempre algo que me agarrava.Adorei e recomendo

  • Jackie
    2018-10-17 22:38

    It's not a bad novel, but it didn't really grab me and it felt quite long after a while. The end annoyed me, to be honest, but I'm bit curious what's going to happen next. All in all I'm not sure if I will continue with the series.

  • Vera Brandão
    2018-11-01 16:34

    http://verovsky-meninadospoliciais.bl...

  • Sofia Teixeira
    2018-10-19 21:30

    Não são assim tão poucos os livros que mexem com os leitores, mas são menos aqueles que nos provocam um desassossego tal que por vezes temos mesmo de pausar a leitura. Suspender um pouco, retirar as imagens da nossa cabeça depois de absorver o impacto provocado pelas mesmas. A Rapariga-Corvo, o livro de abertura da trilogia As Faces de Victoria Bergman, é uma destas obras que fazem o estômago contorcer-se, que nos fazem questionar o que está por trás de cada rosto que encontramos na rua, de que material é que realmente as pessoas são feitas.O enredo está muito bem construído. As personagens vão-se tornando cada vez mais sólidas ao longo da narrativa e o fio condutor adensa-se à medida que avançamos. Por vezes é como se houvesse muita informação por processar, o cérebro não para de trabalhar, de tentar fazer associações, de descortinar o início do rastilho que irá provocar o êxtase final. É uma obra carregada de tensão, de uma violência psicológica por vezes esmagadora, mas genialmente bem escrito. O leitor é confrontado com temas como tráfico de crianças, abuso infantil, pedofilia, a distorção da personalidade na tentativa de adaptação e sobrevivência à realidade imposta e ainda ao quotidiano de um casal que, com o passar do tempo, se transforma mais num daqueles rotineiros em que pequenas atitudes acabam por ter consequências futuras maiores do que poderiam imaginar. É com uma grande cautela que caminhamos através dos pormenores, muitas vezes macabros, ao mesmo tempo que, incrédulos, juntamos as peças e tememos pelo futuro de algumas personagens.A capacidade de escrita e de projecção psicológica desta dupla sueca deixou-me rendida. Abordando o que de pior o ser humano tem, escavando às profundezas da maldade e perversidade humanas, de uma forma tão aberta e real, acabam por criar uma espécie de alerta em quem os lê. A forma intrincada como tecem o destino de cada personagem, os jogos mentais e os sinais que só o leitor vê, mas que anseia que a protagonista também se aperceba, criam um ciclo vicioso de leitura. Estamos perante dois mestres, que se dão pelo nome de Erik Axl Sund, do thriller/terror psicológico. Dos melhores livros que já li, salvaguardando a necessidade de por vezes respirar fundo antes de continuar. Para as mentes sensíveis, um alerta - este livro não é facilmente digerível e provoca emoções fortes. O fim, bem, esse só nos deixa em perplexo estado de alerta para o próximo volume que anseio vorazmente.

  • Rafaela
    2018-10-19 16:41

    "- Para nos sentirmos em segurança, é necessário que sintamos que alguém nos vê, não acha? - Sofia bebeu um gole de vinho. - Mas isto é uma coisa que falha em muitas relações. As pessoas esquecem-se de dar atenção, de apreciar o que o outro faz, porque o único caminho que vale a pena seguir é o caminho que nós próprios seguimos. São os nossos interesses que vêm em primeiro lugar. Isto não tem nada de especial, mas é mesmo triste que seja assim. Eu deito as culpas ao individualismo. Tornou-se uma religião. Acho muito estranho que as pessoas, num mundo tão cheio de guerras e de sofrimento, desprezem coisas como a segurança e a lealdade. Temos de ser fortes, mas temos de o ser sozinhos, senão somos, por definição, considerados fracos. É um paradoxo imenso!"Acho que ao compararem este livro aos de Stieg Larsson fazem-lhe uma grande injustiça. Tinha grandes expectativas...Não é um mau livro mas não o achei tão especial como quase todos.A história é agressiva, tem uma história interessante além dos crimes mas meh.Esperando para ver se os outros melhoram.

  • Angela Nunes
    2018-10-22 20:16

    adorei!!!!!!! totalmente viciante! com um enredo fenomenal,que nos faz devorar cada página sem nunca haver momentos mortos.o fim está brutal! o fim não!pois a continuação segue no livro que já aguardo ansiosamente!venha ele rapidinho!!

  • Katerina Paisoglou
    2018-11-04 15:37

    κριτικη στο τελος της τριλογιας ....

  • Tina
    2018-10-19 18:15

    .

  • Buddy
    2018-11-01 17:19

    okay, man muss ja quasi gleich weiterlesen nach diesem ende...grr

  • Keksisbaby
    2018-10-16 16:32

    Ermordete Kinder, die keiner vermisst und eine Kommissarin, Jaenette Kihlberg, die zeitgleich darum kämpft, dass die Morde an den Kindern nicht in den Akten verschwinden und dass ihre marode Ehe nicht unter den mangelnden monetären Mitteln leidet. Da braucht man manchmal einfach eine Freundin bei der man sich auskotzen kann. Und die ist dann bald auch gefunden, in Form der Psychotherapeutin Sofia Zetterlund. Sie ist Expertin für den Missbrauch Jugendlicher und war auch schon in Afrika unterwegs, um Kindersoldaten psychologisch zu betreuen. Jetzt soll sie Licht in die Ermittlungen der ermordeten Jungen bringen. Zeitgleich betreut sie noch Victoria Bergmann eine schwer gestörte Persönlichkeit, durch jahrelangen Missbrauch des Vaters. Bald schon zeichnet sich ein kompliziertes Beziehungsgeflecht ab, das einige Fallstricke aufweist und Hinweise auf den Täter gibt.Selten hat mich ein Buch so deprimiert wie „Krähenmächen“. Zerrüttete Familien, gestörte Persönlichkeiten, Kindesmissbrauch und ziellose Gewalt prägen die Beziehungen der einzelnen Personen in dieser Geschichte. Da passt die Liedzeile „Jeder Tag ein neues Depressivum Und nur mir allein gehts unwahrscheinlich schlecht sowieso und überhaupt ist alles sinnlos Und die ganze Welt ist furchtbar ungerecht“. Zeitweise mochte ich schon gar nicht mehr weiterlesen, weil mich der Tod der Zivilisation heruntergezogen hat. An einem strahlenden Sommertag, hätte ich es womöglich gar nicht so empfunden, aber jetzt in den trüben Herbsttagen, ist es schon schwer sich der negativen Grundstimmung zu entziehen. Absurd war für mich die Andeutung einer lesbischen Beziehung zwischen Jaenette und Sofia. Vielleicht ist das aber auch nur ein Hinweis auf die Richtung, die die Beziehung zwischen den beiden in den Folgebänden nehmen wird. Die ewige Beschreibung und Müdigkeit der Psychologin trug auch nicht gerade zur Steigerung meiner Leselust bei, denn so fühlte ich mich auch überfordert. Insbesondere von den ewigen Darstellungen der Familienverhältnisse der handelnden Personen und der Missbrauchsfälle. Echt nervig war auch das jeder Mann als Kinderschänder dargestellt wurde. Nicht jeder Vater, der sein Kind badet, tut dies in der Absicht der sexuellen Erregung. Mir war es ein bisschen zu viel des Guten. Ich glaube ich werde mir „Narbenkind“ und „Schattenschrei“ für den Frühling aufheben, denn wenn mich die Handlung mal wieder runterzieht, kann ich dann aus dem Fenster auf ein Blumenmeer blicken um mir zu vergegenwärtigen, das es auch noch etwas Schönes auf der Welt gibt.